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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Curta sobre suicídio, The Jump

"Ed uma longa caminhada em uma ponte e tem uma batalha sobre o seu destino com o seu pior inimigo - seus próprios pensamentos. A história é uma alegoria do id, o ego e o super-ego. O filme é para qualquer um pensou em suicídio e sobreviveu para contar a história.
 
Este é um clipe do filme. Embora eu hesite em colocá-la na internet, porque o filme foi concebido para acender a conversação em cima da visão. Para cada exibição do filme, a música é despojado da trilha sonora e executada ao vivo por um artista. O filme também é acompanhada por uma discussão sobre a saúde mental e suicídio.
 
JUMP - Um filme para qualquer um que  olhou suicídio no rosto e sobreviveu para contar a história." 
 
 
créditos
Diretor / Produtor Executivo - Eric Larkin
Produtor - Ashley Larkin
Produtor - Aisha Jabour
Ator (Ed) - Tim Wardel
Ator (Pensamento) - Johan Kahlilian
Editor - BettJo Moore



domingo, 28 de setembro de 2014

Bordados feministas reproduzem “imperfeições” do corpo feminino

Diga adeus a todas as noções preconcebidas sobre o bordado: se antes a técnica artesanal era considerada conservadora, muitas vezes associada às vovós, hoje ela está sendo usada por jovens feministas, como a artista e costureira Sally Hewett, para quebrar paradigmas, servindo como verdadeiro instrumento de debates pertinentes a atualidade.
Interessada nas histórias sociais e políticas dos meios de comunicação e da arte, ela também sempre se interessou em corpos. Corpos reais. Corpos reais com pelos, estrias, celulite, rugas e todas as "imperfeições" muitas vezes retocadas para atingir o modelo de estética vigente aclamada pela cultura pop mainstream.
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Penelope - veludo, seda bordado, cabelo humano

Combinando esses interesses variados em uma série de bordados que retratam peitos e bundas como realmente são, Hewett prova que brincar com esses indesejados sinais pode produzir arte de uma forma muito mais próxima da perfeição.

"Em um momento durante a minha educação artística, quando eu estava particularmente perdida e querendo saber para onde direcionar a minha arte, encontrei alguns aros de bordado que haviam pertencido a minha avó e comecei a bordar", explicou Hewett ao The Huffington Post.

Apesar de se tratar de objetos costurados, muitas das peças de Hewett são mais realistas do que a maioria das representações de corpos femininos que encontramos no dia-a-dia. De covinhas nas costas para celulites, os bordados da francesa capturam essas particularidades de forma tão precisa que acabam consideradas indesejáveis ​​pelo pensamento dominante.

Por meio de uma costura cuidadosamente elaborada, Hewett revela a glória destes sinais corporais cuja beleza simplesmente não é reconhecida.

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